Mateus: 6, 9-15
Pai nosso, porque não somos filhos do acaso cósmico;
Que estás nos céus, lugar do nosso destino, casa do nosso pai, vida eterna;
Santificado sejas, pois o tempo e a matéria não te consome, és transcendente a tudo o que conhecemos, e pela tua graça, nós também;
Venha o teu reino, eternidade que nos chega em Cristo, homem novificado, justiça redentora traduzida em perdão, em conversão;
Faça-se a tua vontade, pois tu és o nosso Deus e a nossa vontade deixa de prevalecer pela tua misericórdia;
Assim na terra, sejamos felizes e fraternos;
Como nos céus, sejamos felizes, fraternos e eternos;
O pão nosso de cada dia dá-nos hoje, pois só tu nutres a vida, só tu conheces a nossa necessidade vital;
E perdoa-nos as nossas dívidas, pois não conseguimos abdicar inteiramente da nossa justiça injusta, limitada em nossa humanidade e cruel;
Assim como nós temos perdoado aos nossos devedores, capacitados pela tua misericórdia, pelo teu amor, que nos faz transcender contigo os limites da nossa justiça;
E não nos deixe cair em tentação, pois não queremos ser como tu, mas tê-lo como pai nos basta;
Mas livra-nos do mal, pois não queremos subjugar o próximo e nem sermos uma vítima da perversidade alheia;
Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre, amém.
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